A psicopatia da esquerda e os roubos sem autoria.

Por Michael Amorim

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A esquerda brasileira adora protestar, seja fechando a avenida mais movimentada da cidade ou pichando paredes de prédios públicos, mas uma coisa nunca se vê nas manifestações de esquerda, associação do roubo ao bandido. O roubo aconteceu isso é inegável (embora haja quem negue, afinal de que importa se aconteceu ou não? O que importa é o que vão contar), mas nunca é feita a associação do crime ao criminoso.

Em 2013 o Brasil presenciou um dos maiores protestos da historia do nosso país, mas onde estava o foco? Em meio à depredação de patrimônio público e black blocs mascarados, viu-se de tudo menos o PT sendo acusado. Resultado: Nada foi feito e os roubos continuaram. Dilma reeleita e mais uma vez a autoria do crime se tornou anônima, embora todos saibam quem é o criminoso. Apontar o PT como culpado de seus crimes seria aceitar a realidade, mas não é assim que a cabeça de um esquerdista funciona.

Como o filósofo Olavo de carvalho vem dizendo há mais de 20 anos, para se mudar o Brasil primeiro tem que se mudar a linguagem, “restaurar a linguagem e a alta cultura no Brasil” talvez seja o passo mais importante rumo à extinção da loucura comunista no Brasil. Mais uma vez citando Olavo: “O problema do Brasil é bem pior que o socialismo, é a confusão mental” e essa confusão toda começa nas universidades, antes de chegar ao nível político partidário, muda-se a cabeça dos jovens universitários, em uma recente entrevista para a TVeja Olavo disse uma coisa fantástica:

Tudo o que aparece na política foi pensando por algum intelectual universitário com 20 ou 30 anos de antecedência (…). Para você saber o que vai acontecer daqui há 20 ou 30 anos você precisa saber não o que os políticos estão dizendo, mas, o que os intelectuais, que são os gurus deles, estão conversando nas universidades”.

De fato, a chave da mudança está na educação, talvez por isso se invista tão pouco nela.

Essa confusão mental sustenta no poder uma elite de psicopatas, uma cúpula sem o mínimo de moralidade possível, que se gaba (ou “gamba” como diria o Lula) de seus atos podres e insanos, que se julga inocente mesmo cometendo os maiores roubos da história do Brasil. Olavo de Carvalho nos dá uma bela definição para a psicopatia:

Todo psicopata é, por definição, psicologicamente invencível. Por mais que você lhe mostre seus erros e prove os seus crimes, ele continuará não só proclamando inocência, mas cantando vitória. O psicopata não sente culpa, não sabe o que é o arrependimento interior, mas foge da vergonha exterior com uma obstinação inflexível, defendendo com a ferocidade de mil leões o único patrimônio moral que possui: o amor próprio.

Quem não se lembra do José Dirceu afirmando estar a cada dia mais convencido de sua inocência ou da Dilma dizendo que o PT é o partido que mais lutou contra a corrupção? Notem que tais afirmações foram feitas com metade da cúpula do PT atrás das grades e a outra metade sendo investigada justamente por atos de corrupção! Parece piada, mas não é, a esquerda o tempo todo nega o que é real em nome de uma utopia e constrói com manipulação das palavras um mundo fictício, os líderes de esquerda agem de forma muito parecida com a do personagem Kira do anime Death Note.

No referido anime o estudante japonês Ligth Yagame vivia uma vida entediante, até o dia em que recebeu um presente do além, um caderno que possuía o poder de matar qualquer pessoa cujo nome fosse escrito nele, imediatamente, Ligth começa a arquitetar um mundo mais justo, onde os maus fossem punidos e os fracos e oprimidos pudessem viver em paz; um lindo plano, mas que só era justo na cabeça do Ligth, que rapidamente se tornou o assassino em série mais procurado do Japão. Achando ser ele a justiça e vivendo uma vida de mentiras, se tornou o maior injusto de todos, matando qualquer um que entrasse em seu caminho. Para que o plano desse certo, mortes eram necessárias, tudo é claro, em nome de um mundo mais justo. Enquanto Kira matava centenas de pessoas inocentes, dizia de si mesmo ser um justiceiro em nome da paz. Era um psicopata. Notaram alguma semelhança com a utopia comunista? Como não lembrar que o Partido dos Trabalhadores subiram ao poder dizendo ser o partido mais ético do universo, denunciando com vigor a corrupção dos outros partidos ao mesmo tempo que ele próprio se empenhava em arquitetar e pôr em prática o maior projeto de corrupção do país?

Parece que a esquerda brasileira tomou como princípio maior, inverter a ordem dos fatos, evitando qualquer debate, e quando o debate acontece, usando do princípio acima, os criminosos esquerdistas saem como heróis, quando não, vítimas do “ódio burguês fundamentalista cristão”, enquanto aos debatedores de direita, resta a imagem de monstro que devora criancinhas, como o deputado Jair Bolsonaro, por exemplo, que certa vez foi acusado de estuprador por dizer que NÃO estuprava a então ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, porque ela NÃO merecia.

 Coincidentemente e quase que paralelamente ao ocorrido, militantes feministas estampavam em seus corpos seminus a seguinte frase: EU NÃO MEREÇO SER ESTUPRADA, ganhando grande repercussão nas redes sociais como um ato de protesto em defesa das mulheres. Temos então a mesma afirmação tratada de formas diferentes, quando são as militantes que fazem a afirmação sem sentido (afinal, ninguém é estuprada por mérito), está tudo bem, é uma forma de protesto em defesa de milhares de mulheres violentadas pelo mundo, mas, quando é o Jair Bolsonaro que a faz, monstro comedor de criancinhas, a afirmação se transforma em fomentação ao estupro e, toda a grande mídia repete a acusação da esquerda, numa histeria generalizada onde o histérico nega o que está diante de seu nariz e molda a realidade de acordo com o que quer ver, fazendo uma recusa da razão e da lógica, negando o que é real, desviando o foco e tirando o mérito da questão, substituindo debates importantes por debates sem sentido que levam todos a deixar passar despercebido o que está acontecendo realmente de importante e que merece toda atenção.

Na Universidade Federal do maranhão, universidade na qual curso filosofia, os debates são os mais medíocres possíveis, principalmente nos cursos de ciências humanas e ciências sociais, vez ou outra aparece um pensador que valha à pena ouvir, a grande maioria são marqueteiros do PT e da psicopatia esquerdista. Com o Brasil passando por uma crise econômica, dinheiro público sendo usado para sustentar ditaduras comunistas ou sendo desviado para fortalecer o Partido dos Trabalhadores, os impostos aumentando, a educação sucateada, a segurança praticamente inexistente com mais de 60 mil homicídios acontecendo por ano, e o Foro de São Paulo ditando as regras, o que na maioria das vezes se discute nos auditórios da UFMA são coisas de menor importância como: “O machismo na universidade” ou “Será que a redução da maioridade penal resolve?”, ou seja, inverte-se a ordem dos fatos e tira-se o grau de importância das discussões. Eis o teatro da esquerda.

Talvez a negação da realidade faça parte da dominação do estado e preparação do caminho para a Nova Ordem Mundial ou talvez eu esteja desinformado.

Talvez seja eu um lunático por ser conservador. Talvez eu e os que acreditam na realidade estejamos errados, talvez o PT esteja justificado ao roubar já que tantos outros partidos roubaram antes dele, como dizem alguns, ou talvez essa maldita ideologia gramsciana esteja tão presente na cabeça dos universitários que todos são comunistas sem saber, tal como quis Antônio Gramsci. Talvez o partido já seja onipresente, talvez já estejamos em 1984 e o “Grande irmão” esteja vigiando a todos e a única linguagem que faz sentido é a linguagem da loucura.

Sendo assim, essa guerra está longe de terminar. Na verdade ainda está apenas começando. Enquanto não se restaurar a linguagem e a noção de realidade, enquanto a mentira for aceita como verdade, enquanto os protestos não pedirem a prisão dos bandidos, enquanto os culpados não forem apontados como culpados, toda luta será murro em ponta de faca.

Cabe à Direita brasileira fazer o papel de acusador e fazer o que a esquerda não faz (e não o faz por seguir o plano: negar a realidade), a ligação entre o crime e o autor do crime. Não aceitar as regras ditadas pelos vermelhos, antes, denunciar todo seu ardil psicológico. Em vez de protestar contra a corrupção, deve-se protestar contra os corruptos, pois não se pode prender a corrupção, não dá para fazer com que a corrupção pague por alguma coisa, pois ela é um ato que depende de um autor para existir, porém os corruptos sim, estes podem ser presos, podem pagar por seus crimes. Enquanto o povo não der nome aos bois, a boiada continuará destruindo a fazenda.

 Michael Amorim é estudante de Filosofia na UFMA e pesquisador nas áreas de filosofia antiga e religião, já foi iludido pelo pensamento revolucionário, hoje em dia é aluno de Olavo de Carvalho.

Veja a entrevista do Olavo de Carvalho citada no texto, clicando aqui.

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