O enxame das abelhas vermelhas, repetições e fetiches esquerdistas.

Por Michael Amorim

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Não é novidade que a esquerda adora protestar, “intelectuais” e militantes vermelhos compartilham de um verdadeiro fetiche por manifestações, sendo elas contundentes ou não, o que vale é protestar. Onde estiver um megafone ao alcance de dois ou três jovens que querem mudar o mundo, mesmo sem saber arrumar o próprio quarto, o palco está armado para o show começar.

Vale tudo: vitimização, gritos de guerra, resumos históricos das ditaduras, ocultando é claro, aquelas que vão de acordo com as ideias do movimento, citar ditadores como Fidel e Maduro nem pensar! Afinal os tais sã “companheiros” e amigos do pobre, sendo assim o discurso começa falando sobre a tão temida ditadura militar com seus mais ou menos 400 mortos, nada se compararmos à ditadura soviética onde o ditador Joseph Stalin protagonizou um verdadeiro genocídio.

Stalin patrocinou a morte de milhares de pessoas executadas em defesa do seu Partido Comunista. Estima-se que tenha provocado a morte de mais de 40 milhões de pessoas durante a extensão de seu controle soviético, ou que tal falar sobre o ditador chinês Mao Tsé- Tung, também conhecido como Mao Zedong. Mao foi o líder do Partido Comunista Chinês, de 1931 a 1959. Entre execuções, assassinatos e desastres resultantes de sua política econômica, ele foi o responsável pela morte de mais de 60 milhões de pessoas, outro fator irrelevante para a militância esquerdista que adora usar camisas com a estampa do assassino Che Guevara, afinal, tudo isso foi feito pela “causa”, o que importa se milhões morreram? O que vale é a tentativa de tornar o mundo um paraís comunista livre de desigualdades e sem o maldito capitalismo opressor com sua Coca-Cola do mau. Aliás, aí está outro fetiche socialista que se tornou a marca da famosa Esquerda caviar, produtos capitalistas! Afinal de contas, depois de um dia cansativo segurando faixas debaixo do sol quente e protestando contra as multinacionais, nada melhor que fazer uma paradinha no McDonald`s e saborear um deliciosoBig Mac acompanhado de uma Coca-Cola bem gelada, afinal ninguém é de ferro.

Aquele discurso da militância esquerdista iniciado no início deste texto que começou relembrando as mazelas do Regime Militar termina com uma associação leviana entre Hitler e a direita brasileira, claro que no meio intelectual da esquerda se ignora totalmente o fato de que Hitler era do Partido Nacional Socialista Alemão e que entre suas metas, estava a destruição do capitalismo; em seus inúmeros discursos hipnotizantes ele deixava bem claro sua posição econômica voltada ao socialismo. Além do mais, Hitler, como todo ditador de esquerda, era um populista, mas, para a militância vermelha brasileira o que vale é associar os conservadores à todo tipo de atitude ruim, principalmente se tal atitude foi protagonizada por um líder comunista, é comum ouvir da boca de esquerdistas acusações como: “fascista, nazista, racista!” repetidamente, sem nenhuma base histórica, apenas repetições, como se o fato de repetirem tais acusações fosse torna-las verdadeiras, aliás, repetir é o que o militante esquerdista mais sabe fazer, estudar para quê? Basta repetir o que o professor marxista disse na aula que já dá para entrar no partido.

 É notável como a esquerda segue à risca o princípio: Acuse-os do que você faz.
Voltando aos protestos, todo esquerdista que se prese sempre está tentando mudar o mundo, seja fechando uma avenida movimentada no horário em que todos estão indo trabalhar ou deitado em sua cama chamando os evangélicos de intolerantes no facebook, acessando do seu notebook da Apple é claro, com pseudônimos e dezenas de contas diferentes, desmoralizam tudo que o partido achar “ofensivo”, são como um enxame de abelhas pronto para mostrar o ferrão cibernético ao primeiro comando do “Grande irmão”, a cyber militância atua em todas as redes sociais e seu principal alvo é quem pensa diferente, se você é um crítico da politica econômica do PT ou pelo menos é contra o roubo na Petrobrás, cuidado, eles irão atrás de você. Denunciarão suas postagens e dirão que você está “incitando o ódio”, é, acuse-os do que você faz.

Michael Amorim é estudante de Filosofia na UFMA, aluno de Olavo de Carvalho e conservador de berço.

 

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