RIMBAUD OU A REVOLTA DA BELEZA

Por Adonay Moreira

Henri_Fantin-Latour_005.jpgÀ volta da mesa, por Henri Fantin-Latour, 1872, Rimbaud é o segundo à esquerda, tendo ao seu lado direito Paul Verlaine. 

Poucos artistas profetizaram com tanta exatidão o seu destino quanto o francês Arthur Rimbaud. Poeta decadente, maldito pela poesia que praticava e eterno incompreendido, o jovem prodígio de Charleville inaugurou na alma às vezes indiferente da poesia moderna um novo tipo: o eterno jovem revoltado.

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