A esquerda e a negação da realidade. 2 +2 = 5.

Por Michael Amorim

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Outro fator importante tem que ser ressaltado, a negação da realidade. O que é verdade de fato, o que aconteceu ou que o partido diz que aconteceu? Para os militantes de esquerda, o que importa é o que o partido diz.


Incrível como algumas pessoas tem obsessão em fugir da realidade, criando um mundo fictício imaginário dentro da sua cabeça e tendo tal mundo como a verdadeira realidade, como se o que está acontecendo fora de sua mente não tivesse a mínima importância, tudo que essas pessoas acreditam é na sua forma de ver o mundo. O mundo como ele é de fato não importa. A fuga da realidade é a única opção aceitável para esse tipo de gente.

Essa atitude tem sido compartilhada por vários segmentos e pensadores na história, mas no Brasil ela ganhou lugar de honra e importância máxima, os “intelectuais” brasileiros negam cada vez mais a realidade, acreditando fielmente em suas psicopatias. Deste modo, o que importa para tais pensadores é negar a verdade das coisas, quanto mais distorcida é a visão de determinado pensador, mais espaço ela ganha nas universidades e na grande mídia.

Se alguém ousa falar como as coisas realmente são, é taxado de “homofóbico, fascista, racista, antidemocrático” etc. Termos usados pela esquerda para invalidar qualquer discussão antes mesmo do debate, uma das estratégias dos “intelectuais” de esquerda é vencer o debate à priori, pois a opinião do adversário antes mesmo de ser discutida é taxada de criminosa; desse modo, a linguagem vem sendo distorcida cada vez mais, e as palavras ganham um novo significado que obviamente, não condizem à realidade. Inúmeros termos cunhados pela esquerda só fazem sentido dentro de suas cabeças ocas, mas mesmo assim tais termos têm sido aceitos e usados para “vencer” qualquer debate, o que fica fácil se você torna crime qualquer opinião contrária à sua.

A mudança da linguagem é um ponto central nesta observação, se a linguagem pode ser mudada para privilegiar uma tese, o sentido original da palavra se perde, ela então pode ser usada a bel prazer. A palavra homofobia, por exemplo, tem sido usada justamente para isso, para incriminar o pensamento contrário e calar qualquer crítica ao comportamento homossexual.

Na maioria das universidades brasileiras “esquerdizadas”, me parece que a noção que se tem de realidade é parecida com a que se tem de antiguidade, o que vale é o novo, a nova forma de ver o mundo, mesmo que para isso negue-se a forma que o mundo realmente é. Não se tenta mais conhecer o mundo e sim torná-lo de acordo com determinado pensamento. Como disse Karl Marx, um dos estudiosos mais adorados pela esquerda: “Até agora os filósofos ficam preocupados na interpretação do mundo de várias maneiras. O que importa é transformá-lo.”, porém não se pode mudar aquilo que não se conhece, a menos é claro que isso não seja mais importante, que não se precise conhecer e o importante seja transformar, mesmo correndo o risco de piorar o mundo, a meta é transformá-lo. Parece-me que a tarefa de muitos “intelectuais” não é conhecer a verdade ou se há uma verdade e sim moldar o mundo de acordo com sua verdade, mesmo que essa “verdade” não passe de uma tremenda mentira.

 Em sua definição de Verdade, Tomás de Aquino pressupõe um ente real, que não depende da minha mente para ser e que não é mera projeção do meu ego pensante. Ou seja, as coisas não são porque eu penso, eu penso porque elas são. A raiz do pensar é o ser. Podemos afirmar então que o conceito dado por São Tomás de Aquino é um conceito realista, que pressupõe a realidade dos entes. Neste sentido, a verdade tem como fonte primeira as coisas, daí não se poder dizer que há falsidade nas coisas, a falsidade está no intelecto que não compreende o que as coisas são, sendo assim, a verdade se dá primeiramente nas coisas reais e, se dá formalmente na inteligência.  Neste sentido, pode-se dizer que Verdade é a adequação entre a coisa e o intelecto, como definiam Aristóteles e os escolásticos, mas não ouse dizer isto para um “pensador” esquerdista, para tais intelectuais a verdade não precisa se relacionar com o mundo real para fazer sentido, o que importa é o que se quer que seja verdadeiro, em outras palavras, o que vale é a mentira.

Nega-se a história o tempo todo. Para esses “intelectuais” os fatos não tem a mínima importância, se não se gosta da forma que algo aconteceu ou se determinado acontecimento vai de encontro com ideias e doutrinas defendidas por eles, a solução é simples: nega-se o ocorrido e conta-se uma nova versão, que passa então a ser vista como verdadeira (Lula que o diga, em um vídeo que circula na Internet ele fala claramente que “O mensalão não aconteceu” e diz ainda que “Daqui a alguns anos a história será recontada”).

A esquerda vem agindo dessa forma há décadas, desinformando a população e moldando a realidade, a KGB tem se empenhado na desinformação para criar uma geração que só conhece a “verdade” contada pelos vermelhos. Pode-se perceber isto acontecendo agora mesmo, basta observar o que os professores grevistas estão pedindo e quais suas reivindicações, podemos ouvi-los pedir “mais qualidade de ensino, melhorias na educação, protestos contra os cortes na verba pública, aumento de salários”, mas, dificilmente ouviremos nomes sendo citados, ninguém ousa apontar os culpados pela terrível situação em que se encontra a educação brasileira. Até pode-se ouvir alguma coisa sobre o roubo na Petrobrás, mas apontar os culpados? Jamais! Falar que a crise em que nosso país se encontra é culpa da desastrosa política econômica do PT? Nem pensar.

A mídia negou-se a falar sobre o Foro de São Paulo durante mais de 20 anos e até mesmo os militares ignoraram seu poder, mesmo hoje com toda essa situação trazida à tona por pensadores como Olavo de carvalho, ainda não se vê a grande mídia falando sobre o Foro, praticamente nenhum jornalista associa o Foro com a eleição de Lula, e os poucos que o fazem são reprimidos pelo estado como a Rachel Sheherazade que teve seu tempo de opinião cortado do Jornal do SBT ou a Joice Hasselmann que recentemente foi demitida da VEJA, ou mesmo o filósofo Olavo de Carvalho, que durante toda sua trajetória filosófica, perdeu vários empregos e foi literalmente boicotado pelos “intelectuais” das universidade brasileiras. Aprendam: não se pode dizer a verdade. A regra é clara, o estado não admite que os fatos sejam contados, o povo não deve saber, o reinado da esquerda depende da mentira, sem ela o PT jamais chegaria ao poder e é ela quem o sustenta lá.

 Michael Amorim é estudante de Filosofia na UFMA e pesquisador nas áreas de filosofia antiga e religião, já foi iludido pelo pensamento revolucionário, hoje em dia é aluno de Olavo de Carvalho.

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