Quando a minoria tenta calar e representar a maioria…

Por Agnaldo Quaresma e Nelson Melo

campus-da-ufma

 Recentemente, a Universidade Federal do Maranhão (Ufma) foi palco de momentos de tensão devido a dois casos de estupros ocorridos em suas dependências. Nesse contexto, os estudantes, professores e demais servidores da instituição convivem diariamente com o receio de serem vítimas desta criminalidade. O recomendável, dentro desse cenário, seria a solicitação, por parte do corpo discente e docente, do policiamento ostensivo em todo o Campus.

Contudo, uma parcela da comunidade acadêmica, que continua defendendo o discurso de que a polícia é opressora, não agiu desta forma e se posicionou, como sempre, contra a presença policial na Ufma. Nesses últimos dias, antes da divulgação da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP/MA) de um rapaz responsável pelo cometimento de um dos casos de estupro, havia manifestações dessa pequena parcela, que pedia aos gritos o fim daquilo que chamam de “cultura do estupro”, por meio de cartazes e também na forma de “apitaços”, com registro de invasões em uma cerimônia de colação de grau.

Para estas pessoas, a culpa não é do criminoso, pois o delinquente é visto como um reflexo de uma sociedade que cultua o machismo e a opressão das ditas “minorias”. Em outras palavras, o bandido não possui responsabilidade pelos seus atos, o que em si é um discurso irresponsável e que não condiz com a realidade social. Estranhamente, esse movimento esquerdista, que levanta dúvidas sobre a eficácia da polícia na Ufma, recuou justamente após as forças policiais terem apresentado o envolvido no estupro ocorrido na segunda-feira (3), que é negro e adolescente – estereótipos que a esquerda considera como vítimas da sociedade.

Surge, então, o seguinte questionamento: teria sido este o motivo pelo qual esse movimento se calou nos grupos de WhatsApp e no próprio ambiente acadêmico? Cabe ressaltar que a esquerda na Ufma alega falar em nome da maioria, por meio de pequenos grupos. No entanto, o fato é que esta minoria, por meio de um discurso agressivo e sedutor, abafa a voz da maioria que, de fato, deseja um policiamento no Campus.

Diante do exposto, o grupo de estudos Carcarás – Juventude Conservadora da Ufma vem lutando contra esse discurso desagregador e de ódio, e se posiciona a favor da presença constante da polícia nas dependências da universidade.

Avante, Carcarás

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3 comentários em “Quando a minoria tenta calar e representar a maioria…”

  1. Belo texto, parabéns ao Grupo Carcarás, chega do pensamento esquerdista dominar o meio acadêmico, esses bandos de vagabundos são contra a presença de policiamento dentro do campus, pra poderem usar​ sua maconha de boa.

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